uma empresa " diferente "de Consultoria divulgação e treinamentos
Nossa historia
Nossa historia
A CBSC juntamente com o Projeto Softball para todos,ficou muito mais Orgulhosa quando viu que o Time do projeto Softball para Todos de São Carlos , com o incentivo do Jacarés ( Time Amador , Adulto que joga atualmente ns LPB se inscreveu para o programa Americano da LITTLE LEAGUE. que tem os objetivos similares aos que foram estudados e concluidos enquanto os alunos de Engenharia de produção estavam discutindo em sala de aula. as conclusões que as turmas chegaram na pesquisa empresarial e análise de Riscos. , as propostas puderam de certa forma sere validadas por uma LIGA EXISTENTE, experiente e muito antiga e com atuação pratica, em nivel mundial que de certa formajá utilizam a praticas empresariais definidas pelos alunos.:
Este é o primeiro grupo de crianças que se interessaram. Em Limeira. Infelizmente a politica defendida por um diretor, não gostou muito da ideia de eu estar brincando de Softbol com as crianças , também socis do “Clube DELE”. Perderam a chance .
Hi there! I’m a waiting retirement guy by day, aspiring to be an Youtube Super Influencer and teacher by night, and this is one website. I live in Limeira, have a great cat named gatinha, and I like piña coladas. (And gettin’ caught in the rain.)
…I am quite sure I was “promoted to staying home becouse of Baseball and Softball. Now , i myself was Elected to administrating a District with 7 to 10 leagues. but one of them is growing so mutch that we can reach 51 teama by the end of 2026:
comprometidos com a sociedade.
O histórico e o desenvolvimento da ideia original.
NSL – New Sports League
Uma História de Sonhos, Desafios e Reinvenção em Limeira
A história da New Sports League (NSL) começou muito antes da criação formal de uma liga esportiva, ou um time. Ela nasceu a partir de uma inquietação: como utilizar o esporte para gerar transformação social, desenvolvimento humano, inovação e oportunidades para crianças, jovens e famílias de Limeira? Outra inquietação era : como fazer estudantes universitários utilizarem , durante seu curso universitário, os conhecimentos adquiridos para fazerem algo de mais útil e prático para contribuir com a sociedade. Na minha experiencia acadêmica,Alunos que sempre foram de Engenharia Elétrica raramente se vêem em movimentação e produção científica ou serviços para contribuir com a sociedade, como os cursos voltados a humanas e saúde. Eu sempre achei que o mundo destes alunos poderia ser diferente.
A ideia inicial surgiu dentro do ambiente acadêmico, em atividades relacionadas às disciplinas de Gestão Estratégica e Gestão da Inovação e tecnologia. Dentro de uma faculdade de Engenharia de Produção. O objetivo era oferecer aos estudantes a oportunidade de aplicar conhecimentos teóricos em um projeto” real”, envolvendo planejamento, empreendedorismo social, gestão de pessoas e construção de modelos sustentáveis para o desenvolvimento esportivo.
Desde o início, a proposta foi muito mais ampla do que organizar campeonatos.mesmo por que o curso nunca pretendeu ser um curso de educação física. A ideia era colocar em prática os conflitos e desafios profissionais que um gestor encontraria na sua vida profissional. O “esporte” seria apenas a ferramenta para promover educação, cidadania, liderança, voluntariado e fortalecimento comunitário e aprenderem a gerir uma “empresa” com toda a estrutura e os problemas que qualquer gerente de produção encontra no dia a dia. Quando em uma outra instituição ministrava aulas de PCP, os alunos sugeriram “organizar uma empresa que produziria salsichas sabor chocolate, para venderem ” gatos mornos”. O que os alunos esclhem, não é importante… utilizar os conceitos e conhecimentos teórico é o que é mais importante.
Os Primeiros Passos
Os primeiros estudos apontavam para o enorme potencial do beisebol e do softbol como instrumentos de transformação social. Inspirados em modelos internacionais, especialmente na Little League, os participantes começaram a desenhar um ecossistema que conectasse escolas, universidades, empresas, organizações sociais, famílias e voluntários.( Mas porque exatamente o Beisebol? Os Alunos sabiam da paixão que o professor sentia pelo Softbol e Beisebol, como tinham outros professores que se interessavam por basquete, ou outros que discutiam Futebol. nunca me falaram… mas eu acho que o softbol e o Beisebol eram mais desafiadores e despertou curiosidades. Para ficar bem claro, o interesse nem era o esporte. o interesse era aplicarem os conhecimentos teóricos de gestão da inovação e tecnologia, e Gestão estratégica em qualquer empresa.( sugeriram a criação de um time… mas eu disse que precisaria ser algo mais complexo e que agregasse algo para a sociedade… Definiram objetivos, metas, visão missão e organizaram a empresa.
A visão era ousada: transformar Limeira em um polo nacional de desenvolvimento esportivo e de negócios ligados ao beisebol e ao softbol até 2035.
Os alunos assumiram papel protagonista. Foram elaborados estudos estratégicos, análises de viabilidade, propostas de marca, projetos sociais e modelos de governança. O projeto começou a ganhar identidade própria e passou a ser conhecido como New Sports League.
As Primeiras Dificuldades
Como ocorre com muitas iniciativas inovadoras, a proposta encontrou obstáculos desde o início.
Uma das maiores dificuldades foi tentar transformar uma ideia acadêmica em um projeto reconhecido externamente, sem utilizar o nome da faculdade. Embora os estudantes demonstrassem entusiasmo e dedicação, a obtenção de apoio institucional mais amplo mostrou-se um processo complexo.
A natureza inovadora da proposta fazia com que muitas pessoas tivessem dificuldade em compreender seu alcance. Para alguns observadores, tratava-se apenas de uma liga esportiva. Para os idealizadores, entretanto, o projeto representava uma plataforma de desenvolvimento humano, educacional e econômico.
Essa diferença de percepção gerou desafios na busca por parceiros, recursos e reconhecimento institucional.
Ajustes de Rota e Decisões Intermediárias
Ao longo do desenvolvimento, diversas decisões precisaram ser tomadas.
O grupo percebeu que depender exclusivamente de estruturas tradicionais poderia limitar o crescimento da iniciativa. Assim, foram realizadas adaptações no modelo original, buscando maior autonomia operacional e estratégica.
O foco passou gradualmente da criação de uma liga para a construção de um movimento mais amplo, capaz de integrar esporte, educação, voluntariado e impacto social.
Nesse período surgiram novas iniciativas, novos parceiros e novas formas de atuação, ampliando o alcance da proposta para além dos limites inicialmente imaginados.
O Episódio da Página Inicial
Durante uma das fases do projeto, alunos envolvidos na iniciativa criaram uma página na internet para divulgar as ideias em desenvolvimento.
Em razão do entusiasmo e da proximidade entre o projeto e o ambiente acadêmico onde havia sido concebido, foi utilizada, de forma inadvertida, uma referência ao endereço da instituição de ensino.
Segundo os participantes do projeto, essa utilização não teve intenção de representar oficialmente a instituição nem de criar qualquer vínculo institucional formal sem autorização.
Ainda assim, o episódio gerou preocupações e serviu como ponto de reflexão sobre a necessidade de separar claramente as atividades acadêmicas das iniciativas independentes conduzidas pelos estudantes e colaboradores.
A Busca por Independência
Com o passar do tempo, os envolvidos compreenderam que a continuidade do projeto dependeria da construção de uma identidade própria e independente.
Foi então tomada a decisão de não vincular a evolução da iniciativa à participação direta de professores, instituições específicas ou estruturas acadêmicas formais.
Essa mudança não representava uma ruptura com as origens do projeto, mas sim uma adaptação natural às necessidades de crescimento e sustentabilidade da proposta.
A partir desse momento, a NSL passou a ser entendida como uma construção coletiva da comunidade esportiva e dos voluntários que acreditavam em seu potencial transformador.A turma de Gerenciamento estratégico, delineava o andamento estratégico da empresa, e a turma de gestão da inovação , era a parte executiva de gestão. onde os alunos participavam de reuniões simuladas de controle e direção. O professor fazia o papel de Presidente da Organização, e cobrava de todos os gerentes de área , suas entregas. Talvez, apenas Talvez, alguns alunos , apesar da idade e do tempo de faculdade, ainda não estavam maduros o suficiente para entenderem o mercado de trabalho.
O Legado
Apesar dos desafios, das mudanças de direção e das dificuldades encontradas ao longo do caminho, a experiência deixou um legado importante.E um aprendizado para os alunos.
A NSL demonstrou que projetos esportivos podem nascer dentro de salas de aula, transformar-se em laboratórios de inovação e gerar impacto muito além do ambiente acadêmico.
Mais do que uma liga esportiva, a iniciativa tornou-se uma experiência de aprendizagem aplicada, protagonismo juvenil e construção coletiva.
Sua história evidencia que grandes projetos raramente seguem uma trajetória linear. Eles evoluem, adaptam-se, enfrentam resistências, aprendem com os erros e encontram novos caminhos.
A verdadeira contribuição da NSL não está apenas nos eventos realizados ou nos planos elaborados, mas na capacidade de inspirar pessoas a acreditarem que o esporte pode ser um instrumento poderoso de educação, desenvolvimento humano e transformação social.
A Expansão da Visão e a Mudança para São Carlos À medida que o projeto evoluía, seus idealizadores perceberam que a construção da NSL dependeria de três elementos fundamentais: pessoas dispostas a atuar como voluntárias, apoio financeiro para viabilizar as atividades e parceiros comprometidos com uma visão de longo prazo para o desenvolvimento do esporte. Diversas apresentações foram realizadas para entidades esportivas e alguns clubes da região de Limeira. Embora houvesse interesse pelo esporte, obviamente os alunos não poderiam levar o projeto em frente, muito embora ele estivesse estruturado para continuidade das turmas seguintes. O Professor foi dispensao da faculdade. E gostou tanto do trabalho e das ideias dos alunos que , está utilizando algumas ideias pra ficar milionário… Conseguiu inserir mais um ramo de atividades na CONSULTORIA… e agora está batalhando em outro nivel. Um nível politico esportivo. Ajudando crianças… ajudando os pais na educação de seus filhos. Todos os ex Alunos estão formados, e esperamos que, agora mais maduros profissionalmente, utilizando a teoria passada em sala de aula.
take your children to learn how to play basebol and /or softbal… Have fun!
And whatch us on TV !! . We will be the next “google” around !!
Quando se pública algo em uma rede social, normalmente o que se quer é que está imagem seja visualizada… O que me parece é que quem entende que mantém o direito de exclusividade por clicks não entende , nunca entendeu e nem vai conseguir entender o que é marketing, o que é propaganda e o que é divulgação. E o pior de tudo, quem deixa de ganhar com visibilidade é o coletivo, e o público, o fã. Como explicar para um pai que é individualista e mesquinho, que pensa no indivíduo, no sucesso de seu filho, na promoção apenas em veículos de mídia escolhidos e em detrimento da divulgação aberta, que TODA DIVULGAÇÃO É INPORTANTE? … INCLUSIVE COMPARTILHANENTOS ATRAVES DO FACEBOOK OU TIKTOK.? PRINCIPALMENTE NO ESPORTE AMADOR., que PRECISA SER DIVULGADO E INCENTIVADO
Essa é uma das maiores e mais frustrantes barreiras no esporte amador. O que você está presenciando ao perceber isso é o clássico choque entre a mentalidade de escassez (proteger o quintal, controlar o clique) e a mentalidade de abundância (rede, compartilhamento e escala).
No ambiente digital, tentar “represar” um conteúdo público não é apenas um erro de marketing; é um contrasenso técnico. Quem publica algo em modo público e depois exige exclusividade ou tenta barrar republicações orgânicas demonstra um desconhecimento profundo de como as plataformas funcionam e de como o valor é gerado hoje.
Para explicar isso a alguém com essa visão estreita — sem entrar em um embate direto que feche as portas para o diálogo —, o caminho é traduzir o conceito em ganho real e perda prática. Aqui estão os argumentos centrais para desarmar essa mentalidade:
1. O Conceito de Mídia Conquistada (Earned Media)
Pais focados em “veículos escolhidos” acham que o marketing esportivo funciona como a TV tradicional dos anos 1990: você escolhe o canal, passa a matéria e pronto. O digital funciona por ecossistema.
O Argumento: Um compartilhamento no Facebook ou TikTok de terceiros não tira a atenção da página original; ele funciona como um multiplicador. No marketing, chamamos isso de Earned Media (mídia conquistada). Quando outras páginas replicam o vídeo do atleta, elas estão validando a relevância dele. Quanto mais o algoritmo vê o conteúdo ser pulverizado, mais relevância ele dá ao criador original.
2. No Esporte Amador, Visibilidade é Moeda de Troca
O pai individualista quer o sucesso do filho, certo? Mas ele esquece que olheiros, patrocinadores, universidades ou ligas maiores não procuram atletas em perfis trancados ou em bolhas isoladas.
O Argumento: Um “clique exclusivo” na página do pai não garante o futuro do garoto. Mas um vídeo que viraliza porque foi republicado por uma página de fãs, por uma federação ou por um entusiasta local aumenta as chances de o atleta certo ser visto por quem decide. Algoritmo não lê intenção, lê volume e engajamento. Retirar o direito de compartilhamento é sabotar o alcance do próprio filho.
3. A Ilusão da Propriedade no Ambiente Público
Existe uma confusão jurídica e técnica básica. Se o conteúdo foi postado em modo “Público” nas redes sociais, as próprias diretrizes das plataformas (os termos de uso que ninguém lê) preveem o compartilhamento, o remix, o dueto e a incorporação.
O Argumento: A internet não é uma vitrine de vidro blindado; ela é uma praça pública. Tentar controlar quem vê ou quem reposta um link público é o equivalente a colocar um outdoor na avenida principal e brigar com as pessoas que tiram foto dele. Se a preocupação fosse estritamente privacidade, o perfil seria fechado. Se é público, a “disputa por propriedade” vira apenas vaidade.
4. O Prejuízo ao Coletivo Destrói o Indivíduo
No esporte amador e de base, o ecossistema é interdependente. Um atleta sozinho, sem uma liga forte, sem adversários de nível e sem público, não vai a lugar nenhum.
O Argumento: Quando os pais blindam o conteúdo e atacam quem divulga, eles apenas enfraquecem a modalidade. Com menos divulgação, o esporte atrai menos público; sem público, não há patrocinadores para os campeonatos; sem campeonatos fortes, o filho dele não tem onde jogar em alto nível. O sucesso individual depende do fortalecimento do coletivo.
Como abordar esse pai?
Em vez de focar no “você está errado”, o ideal é inverter a lógica e focar no interesse dele (o filho):
“Eu entendo perfeitamente que você quer o melhor para o seu filho e quer “proteger” a imagem dele. Mas, no marketing digital de hoje, quanto mais pessoas e páginas diferentes postarem o conteúdo dele, mais o nome dele cresce. A exclusividade mata o alcance. Se a gente quer que ele seja visto por patrocinadores e grandes equipes, nós precisamos que todo mundo compartilhe, dê o crédito e faça a imagem dele rodar. Deixar que outras páginas postem não tira o brilho dele, multiplica.”
É uma batalha de paciência. A “disputazinha ridícula” entre terceiros,que você, meu amigo,mencionou geralmente nasce do ego e do medo de perder o controle sobre o que voce pode ou não fazer com o seu filho. Mas, no esporte de base, quem não entende que a bola precisa rolar — inclusive na tela do celular — acaba deixando o próprio talento no banco de reservas da internet. ( é o tipico acordo do “Perde perde”.
a divulgação do esporte perde, o seu time perde , a sua liga perde o seu filho perde. e até quem acha que iria ganhar algo com esta mentalidade retrograda e antiquada, tam bém acaba perdendo, pra ele próprio. Eu tive um chefe , na iniciativa privada que sempre me dizia: o Ótimo paralisa o bom. Faça o que é bom, e melhore sempre, até transformá-lo no ótimo que você precisa.